A paz é que o povo chama/ a paz é que o povo chama/ Se há que expor ideias / que vão a nosso contento / é discutir com maneiras / o que vai no pensamento / Angola é mulher é flor/ é mãe que a todos ama/ acabem com esta dor / a paz é que o povo chama.
(Vários músicos, in Projecto "A Paz é que o Povo Chama")

Segunda-feira, Dezembro 19, 2011

Segundo a investigadora italiana Jessica Falcone, «O estudo das literaturas africanas sofre ainda de muitos preconceitos»


Professora e investigadora em literaturas africanas, Jéssica Falconi é italiana de nacionalidade. Em conversa com o Semanário Angolense, esta estudiosa aborda questões relativas às literaturas africanas, a crítica literária em Angola e o papel que devem desempenhar as Universidade para o fomento da qualidade literária em Angola.

Extracto da entrevista conduzida por Cláudio Fortuna:

Semanário Aangolense- Quais são os escritores angolanos com projeção internacional e por quê?

Jéssica Falconi - Isto da projeção internacional é um pouco complicado. Há muitos factores que incidem neste fenómeno, para além do talento do escritor. As estratégias de marketing das editoras, as políticas de tradução e, não raras vezes, as relações pessoais...

Enquanto não concluo a transcrição do texto, a matéria está disponível na página 40 do http://semanario-angolense.com/home/semanario_angolense_446.pdf

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