“Barco em nenhures”
De costas viradas
Buscamos o que só em ambos existe de cupido.
Como duas almas famintas se apalpam na escuridão.
O mar bravio, o choro furtivo de um cão
Um verso vazio, neste sim de dizer não:
lágrimas mal dormidas. Até que o vento decida de novo soprar
tu e eu na direção da nossa cama
Fardada de solidão
Fridolim Kamolakamwe
Luanda,aos 28 de Abril de 2012
Fonte: http://fridolimkamolakamwe.blogspot.com/
A paz é que o povo chama/ a paz é que o povo chama/ Se há que expor ideias / que vão a nosso contento / é discutir com maneiras / o que vai no pensamento / Angola é mulher é flor/ é mãe que a todos ama/ acabem com esta dor / a paz é que o povo chama.
(Vários músicos, in Projecto "A Paz é que o Povo Chama")
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